"Suponho que penso no amor
mais do que deveria ;
me admira o grande poder do amor
em alterar e definir as nossas vidas
Shekespeare também disse que
o amor é cego. Isso sei que é verdade
Para alguns, sem explicação
o amor se apaga
Para outros o amor se vai . . .
ou brota quando menos se espera
mesmo que seja só por uma noite
No entanto, existe outro tipo de amor
O mais cruel . . .
aquele que quase mata suas vitimas
Chama-se " amor não correspondido "
E nesse tipo, sou experiente
A maioria das histórias de amor
falam das pessoas que se amam mutuamente
Mas, o que acontece com os demais ?
E as nossas histórias ?
Aqueles que se apaixonam sozinhos ?
Somos vitimas de uma relação unilateral
Somos os amaldiçoados dos amantes
somos os não amados
Os mortos vivos
os deficientes
sem estacionamento reservado . . . "
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Suponho que me entender
não é uma questão de inteligência
e sim de sentir, de entrar em contato.
Ou toca, ou não toca. → Lispector
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