Fora das ruína, dos destroços
não podemos mais cometer os mesmo erros
Estamos na última geração
aqueles que foram deixados para trás
E me pergunto:
→ Quando mudaremos se vivemos sob o medo?
→ Até que mais nada reste?
Não precisamos de heróis
nem saber o caminho de casa
O que queremos é uma vida
além da cúpula do trovão
Procuramos algo em que podemos confiar
algo melhor
com amor e compaixão
Nosso dia está chegando
Tudo mais, são castelos construídos no ar
Então...
... o que faremos de nossas vidas?
Deixaremos somente uma marca?
Nossa história brilhará como uma luz
ou terminará no escuro,
entregue ao tudo ou nada?
Não precisamos de outro herói
nem saber o caminho de casa
Tudo o que queremos é
uma vida além da cúpula do trovão
não podemos mais cometer os mesmo erros
Estamos na última geração
aqueles que foram deixados para trás
E me pergunto:
→ Quando mudaremos se vivemos sob o medo?
→ Até que mais nada reste?
Não precisamos de heróis
nem saber o caminho de casa
O que queremos é uma vida
além da cúpula do trovão
Procuramos algo em que podemos confiar
algo melhor
com amor e compaixão
Nosso dia está chegando
Tudo mais, são castelos construídos no ar
Então...
... o que faremos de nossas vidas?
Deixaremos somente uma marca?
Nossa história brilhará como uma luz
ou terminará no escuro,
entregue ao tudo ou nada?
Não precisamos de outro herói
nem saber o caminho de casa
Tudo o que queremos é
uma vida além da cúpula do trovão
T. Britten, G. Lyle
with minor and mild changes
by AmAl
with minor and mild changes
by AmAl
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Suponho que me entender
não é uma questão de inteligência
e sim de sentir, de entrar em contato.
Ou toca, ou não toca. → Lispector
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(educado, claro!)