Contador
Saiu do bar com um estranho...
Partiu como uma canoa desamarrada
puxada de seu fundeio pelo vento
Desceu as escadas
pensando em mentiras
com a cabeça em mais um
envolvimento vago

Faça teu caminho

Por mais de uma vez você fugiu
E quando o relógio marcou o meio da noite
fez perceber nossa distância

O mesmo céu que a trouxe
esqueceu-me    
E é assim:            
Não há amor que resista
Sabes disso...

Entenda de vez:
A verdade é pequena
e foge de ti
Promessas e aventuras momentâneas
e um amor que nunca dás

Sonhos que morrem
em ti amarrados
... e afundam como o aço
que me acorrenta

Teus pensamentos voam e balançam
com qualquer vento
acreditando possuir todo o mundo

Prosternar...
Quantas vezes apenas usou...
enganou e mentiu...

... Mas foi bom ver
Agora é sobreviver, superar
e esquecer

Neste mundo,
nada passa sem um pagamento
Lembre-se

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Suponho que me entender
não é uma questão de inteligência
e sim de sentir, de entrar em contato.
Ou toca, ou não toca. → Lispector

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