O amor vem
e o seguimos
De repente
perde-se ao nascer do sol
. . . e a distância fica nítida
É como se o vento
à minha volta
pudesse estar em meus braços
Perdêmo-nos num gesto
e fica apenas o sonho
no coração
numa nítida distância
Perdêmo-nos em nossos próprios olhos
São laços que se desfazem
Perdêmo-nos em nossos próprios sonhos
É um verão que chega
procurando o sentido nos gestos
e nas palavras
e retira nossa nitidez
Ficam os sonhos sós
porque nada combina ou faz sentido
O amor vem
mas logo vira só um sonho
e fica a distância
porque não dá para abraçar
o vento que está à minha volta
São as ações que revelam
a seu modo
a mudança de nossos destinos
Mais alguns verões
e lembrarei apenas de tua silhueta
numa atmosfera distante
AmAl TAmir
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Suponho que me entender
não é uma questão de inteligência
e sim de sentir, de entrar em contato.
Ou toca, ou não toca. → Lispector
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